There is so long I don't write in here!!! I was with my blog blocked cause I forgot the password. Now I am going to write in English and Portuguese until I decide to have one blog just in English for the Anglo Saxons up here ...LOL.
Coming back from a guitar playing party with my buddies from the Old Town school !It was great! I was missing Dennis' house! Tuesday I will see these people again.
Went to see also Baba Mamouche singing with the lions at the Zoo. I love Lindsay voice she is great!
Going to sleep, vacations are done, students are waiting for me tomorrow.
To be read with the music playing "al fondo" (in the back):
we made love in Cuba that night outside on the streets the ones who passed could listen us: by the broken windows through the fainted walls painted with those old colors through the other rooms in that falling apart hotel
we couldn't care enough collapsed on the floor of that dusty , rustic place Tired a music was playing somewhere we could listen from an old broken radio
The heat of the city seamed to confused itself with the heat of our bodies in the morning even exhausted we would run to the nearby sea and jumped in that water as we couldn't stand the flames
the people on the shore seamed to be used with that the fishermen would keep on mending their nets and their women would keep on cooking even when we decide to torn the clothes and feel the water all over our skin
later the famine came to the stomach in a way we could not wait anymore stopping by any restaurant we would try diffferent tastes swallowing the food with ferocity and delight laughing loud strongly drinking
In the beginning he would soft hold her hand and sometimes just sometimes embrace her in public now after a week of this affair he would walk por las calles* squeezing her tights close to his making the men on the island jealous
just in time, late in the night to go back to the room and begin all over again
Uma postagem para o Dia Internacional da Mulher - 8 de março!
Engraçado que aqui nos Estados Unidos onde a mulher é bem independente e luta muito para ser respeitada, o Dia Internacional da mulher passa desapercebido.Eu tenho que lembrar minhas colegas pelo dia. Interessante....
Mas vamos lá, quero fazer uma postagem bem legal.
Quero ser mais otimista em relação a situação da mulher no mundo de hoje. Leio posts suuuper bons, mas sempre me causa um desalento pois parece que pouco ou nada se foi feito e caminhamos do ruim para o pior!
Tentarei ser mais otimista...
Em novembro do ano passado no MCA -Museum of Contemporary Art- de Chicago onde faço meu estágio, tivemos a palestra intitulada:
"O impacto da vida urbana no mundo" palestra dentro da exposição "Massive Change" sobre, design, como esse poderia redesenhar o mundo de várias formas, sociologicamente, ecologicamente,etc.
Pois bem, dentro dessa palestra tivemos alguns historiadores e futuristas que falaram, dentre outras coisas, sobre o papel da mulher nessa sociedade urbana, como geradora de uma economia fundamental, e não remunerada, devido ao trabalho que ela faz em casa junto aos filhos e que ainda não é valorizado remuneradamente.
Para o evento foi encomendada uma estatítica feita pelo Salary.com, e descobriram que uma mulher que trabalha em casa (criando os filhos, organizando a casa,etc) e fora dela deveria ganhar por volta de $87.876,00 (oitenta e sete mil oitocentos e setenta e seis dólares) a mais por ano e aquela que pede demissão do trabalho para cuidar dos filhos integralmente deveria ganhar $134.121,00 (cento e trinta quatro mil cento e vinte hum dólares) por ano.
Participaram da palestra a historiadora Christine Stansel e os futuristas Alvin Toffler e Hazel Henderson:
Seguem abaixo as previsões e desejos que ao final dessa palestra foram feitos, dentro de um futuro próximo para as mulheres. E são eles que quero apontar aqui no post.
Vamos lá:
"Não haverá mais cancer de mama"(Toffler). O cancer de mama será evitado preventivamente ou pelo menos reduzido radicalmente".
"Mulheres engravidarão cada vez mais em idade avançada"(Toffler). "Nós já encontramos alguns exemplos, hoje em dia, de mulheres engravidando em idades mais avançada, por volta dos 62, 64 anos. Iremos ver muito mais mulheres nessa situação no futuro".
"Encorajando meninas a sonhar"(Stansell). "Eu espero que meninas dessa próxima geração, possam, quando adolescentes, gastar mais tempo pensando em que tipo de trabalho irão fazer no mundo em questão, do que se preocupar se irão ou não arrumar um namorado".
"Mais casamentos transculturais"(Toffler). "Como o mundo está cada vez mais se interlaçando através do meios de comunicação e troca, iremos ver mais e mais casamentos transculturais".
"Liderança"(Henderson) "Todos andam a procura de uma liderança com visão nos dias de hoje (visionary leadership), e essa liderança virá de uma mulher".
A palestra teve outros tópicos bem interessantes. Toffler prediz que; "educação irá trazer uma maior igualdade na distribuição de riqueza entre os gêneros, homem e mulher. Hoje em dia, aqui nos Estados Unidos a estatítica de mulheres formadas pelo secundário e que entram na faculdade é de 70.4 % contra 66.5 % de homens. (Estatística feita pelo escritório de estatítica do trabalho nos Estado Unidos). Assim haverá uma população fortemente de mulheres daqui a 10,20, 30 anos intelectualmente melhor educadas do que seus maridos, o que já acontece atualmente em certos campos. Passarão a existir várias discussões intelectuais dentro de casa e as mulheres irão ganhar a maioria delas".
Adorei saber esses tópicos e previsões quero ler mais sobre os palestrantes e os livros que eles já escreveram onde podemos encontrar tópicos como esses. Espero como mulher poder usufruir desses benefícios e muitos outros em um futuro bem próximo!
Outra conversa em um domingo qualquer em Hyde Park:
Protagonistas: Soraia (a metida a conhecer crianças nascidas na america) e Daniel (meu amiguinho de 4 anos de idade).
Soraia: Bem vamos jantar? O que você quer comer; cachorro-quente, hamburguer (eu e minha fase tão americanóide).
Daniel : Não como nada disso....
Soraia (em princípio de pânico): Então...o que você gosta...Quer comer?
Daniel: Vamos ao Snail. - nota: melhor restaurante Thailandês do bairro.
Soraia (com cara de idiota): E o que você gosta de comer lá?
Daniel: Uns dumplings de camarão e umas "tortilhas" que eles colocam na mesa.
E lá fomos nós comer no thailandês, ele com os seus dumplings e eu, um prato horrível que detestei. Antes tivesse tido uma consultoria prévia com meu amiguinho, que foi saudado com festas e mimos pela dona do restaurante. Ele cliente antigo, que mediante a estória da thailandesa, já freqüenta o restaurante desde que estava na barriga da mãe. Um antigo habitué.
Isso tudo depois de uma tarde exaustiva de piscina e jacuzzi no meu prédio (sim eles gostam tb de um bom spa e daquela água pelando e ainda fez cara de choro porque eu não quiz fazer sauna com ele).
Vivendo e aprendendo. Sinais dos tempos.
(Nota: amo comida thailandesa, e não foi essa a primeira vez que comi dessa iguaria, a primeira vez foi com 2 thailandesas autênticas em um período de 2 semanas que trabalhei em Hong Kong e o Snail é o meu restaurante predileto em Hyde Park, somente resolvi experimentar um prato novo e me dei mau).
Para saber dessa nova onda, veja o editorial do New York Times sobre crianças de paladar apurado.
These Kids Never Say ‘Yech!’
By ALEXANDRA ZISSU Published: January 28, 2007
"On Saturdays at Paradou, a small French restaurant in the meatpacking district, the bed-headed brunch crowd slogs in afternoon, ready for mimosas. The morning crew is rowdier: a gaggle of apron-wearing children, mostly under 5, who come for the Mini Chef cooking lessons.... ...For these children, peanut butter and jelly sandwiches and mac and cheese are no longer standard fare. They prefer ethnic and gourmet foods. They dine (not eat) out. And don’t expect them to order from a childrens’ menu. Chicken fingers are lost on this crowd...."
"Livros, lembram? Aquela velha versão dos DVDs que temos em casa"
Em uma cena do seriado Sex and the City, um ator no dia do casamento fala essa antológica frase acima quando vai recitar um poema de um livro para a amada!
Queria escrever sobre isso há um tempo atrás.
Eu venho sentindo esse fenômeno acontecer cada vez mais hoje em dia, principalmente aqui nos Estados Unidos. Já escrevi há bastante tempo sobre o grande número de publicações literárias aqui nesse país. Existe livro sobre tudo o que se possa imaginar e a cada dia, semanas são lançados livros aos turbilhões no mercado.
E o povo lê , lê bastante muito mais do que no Brasil com certeza. Lê muita porcaria sem sentido, mas lê.
Porém não quero louvar a indústria literária aqui, nem ressaltar o hábito de leitura do americano em detrimento ao hábito de leitura do brasileiro.
O que me intriga e tem me encafifado nesses útimos anos são como esses livros novos que a cada dia e semana entram no mercado na realidade são roteiros disfarçados de futuros filmes hollywoodianos.
Em época de Globo de Ouro e Oscars torna-se oportuno falar disso.
Literatura, boa literatura nesse país se encontra, porém precisa se procurar e muito. Os clássicos precisam ser mais lidos, eu acredito, porém acho difícil saber qual a verdadeira estatística de leitura em relação ao novos livros e escritores lançados no mercado.
Hoje em dia você sabe que existiu, isso mesmo o verbo está correto, existiu um livro antes do filme que você acabou de assistir ao sair do cinema.
"Children of men", "Little Childen", "The Devil wears Prada", "Running with scissors", "The Da Vinci Code", "Girls with a Pearl Earring", "The namesake" dentre outros milhares, foram livros antes de virarem filmes. Você sai do cinema pensando se gostaria de ter lido o livro antes ou se não valeria a pena. Às vezes ajudaria a entender melhor a trama, às vezes não.
Mas o que quero trazer principalmente a baila é que literatura, o velho e gostoso, intelectual hábito de burilar um texto e brincar com as palavras para fazer uma boa crônica , um livro, está sendo muito, e muito perdido nesse momento literário aqui nos Estados Unidos. (Não consigo falar de outros países, é aqui que vivo agora e é aqui que sou bombardeada por livros o tempo todo, sem falar de filmes).
Na realidade o que tem acontecido por essas bandas é que os "escritores" já pensando na fatia do bolo (gorda) de uma produção cinematográfica futura, escrevem verdadeiros roteiros de cinema e não literatura. Às vezes desanima ler um livro em ingles e ver toda a descrição do cenário de um simples quarto de criança quando na realidade eu estou mais interssada na alma, nos sentimentos da criança que mora naquele quarto. Entedem o que digo?
Uma coisa é ler Machado de Assis e ver a maneira maravilhosa em que ele demorava em descrever um cenário, para nos fazer adentrar a alma da personagem e nos introduzir aos hábitos e costumes de uma época, aos roteiros pré-fabricados dos escritores oportunistas modernos americanos pensando no cenário hollywoodiano que será construído depois.
Querem um ilustração real do que digo?
Tenho um amigo super intelecutal, a "Renaissence black man", coma falamos aqui, chamado Gino que está no meu fotoblog abraçado comigo no meu aniversário. Um bom amigo, que cozinha, é físico de um dos grandes laboratórios americanos aqui e que se não bastasse escreve e escreve bem. Cultíssimo o homem.
Pois bem, assim que o conheci ele me passou o manuscrito do segundo livro que ele escreveu, uma estória ótima que você não consegue largar do começo ao fim. A estória de homens que são vítimas de abuso corporal por parte de mulheres (uma estória a parte, para um outro post). Isso mesmo, homens que apanham de mulheres. Principalmente homens negros. Feito através de entrevistas feitas com homens que passaram por essa situação, ele criou uma estória de ficção muito boa. Porém, até hoje, ele não consegue nenhum editor para publicar o livro. Primeiro por ser algo super polêmico e também porque eles, os editores, estão sempre pedindo para ele "mudar" a forma que ele escreve para ficar um pouco mais, como poderemos dizer, "adaptável" a grande tela.
Ele se recusa e responde a todos eles que o que lhe interessa é a literatura pela literatura e não o roteiro pobre nosso de cada dia. Assim segue o manuscrito empoeirando na minha estante e na dele à espera de editoras que voltem a se interessar pela boa e velha literatura.
Então qando você for assitir, se você for perder o tempo para isso, ao Oscar e ver a categoria "Roteiro adaptado" vocês vão entender melhor o que eles e o que eu estou falando aqui.
Globiblio, simply put, is a book club celebrating planet earth....
Each month we will explore a different author from a different land - traversing the globe for the greatest and/or cheapest in literature from our beloved planet. The logistics: We will meet once a month at 7pm at 826CHI. It will be "byob" and "byodibtcwetmiysd" (bring your own dish inspired by the country we explored that month if you so desire). Like most aeroplanes and slow boats we have limited room, so if you are interested, sign up immediately! To enroll or if you have any questions get in touch with Patrick.
The proposed itinerary for the upcoming months:
Thursday March 15th, Ireland. John Banville: The Book of Evidence
Thursday February 15th, Cuba. Reinaldo Arenas: Farewell to the Sea
Thursday January 18th, China. Ch'Eng-En Wu: Monkey
Tuesday December 19th, Turkey. Orhan Pamuk: Snow
November 7th, Chile. Isabel Allende: The House of the Spirits
October 3rd, Czechoslovakia. Jaroslav Hasek: The Good Soldier Svejk
September 5th, Canada. Michael Crummey: River Thieves
August 1st, South Africa (Australia). JM Coetzee: Elizabeth Costello
Povo que me lê e não ve nada novo nessas paradas quero fazer parte desse bookclub e trazer uma ideia de livro para ler do Brasil.
Preciso da ajuda de vocês. Pensei em Machado de Assis, Clarice Lispector ou Jorge Amado. Vocês teriam alguém contemporâneo como idéia? Jorge Amado seria talvez mais fácil para eles entenderam algo de Brasil. O que vocês acham? Vocês teriam algo lançado ultimamente que possa ser indicado. Porém precisa ter na Amazon.com e com tradução em Inglês.Amigos me ajudem. Beijos e Feliz Ano Novo com leituras novas.
“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo!)
Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida.
Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a VIDA é MUITO para ser insignificante.”
(Chaplin)
Boas Festas a todos! Ando sumida, ando apaixonada de novo como há muuuuuito tempo não me sentia assim! Ando vivendo terças feiras como sextas.
Ando vivendo de música.... Ando procurando novas áreas....Fazendo novos amigos.....Vivendo...Sofrendo....Por isso sumi.....
Dizem que o texto aí em cima é do Chaplin, não acredito muito, porém é lindo e transmite tanto o meu momento!
"Eu não sou da tua rua...Eu não sou o teu vizinho...eu moro muito longe sozinho..."
A minha vida no jet set internacional....
Brincadeirinha....Porém me senti assim no fim de semana. No último momento decidi pagar uma passagem e ir a Miami ver o show da Marisa Monte com os meu "buddies" (companheiros) Jim and Dan.
Marisa Monte
Éramos os 3 mosqueteiros na noite de Miami, conhecendo gente, tietando Marisa (que foi um nojo, ô estrela), indo a festa após show e conhecendo os músicos da banda. Da esquerda para a direita:
Pedro Baby- violão (quem souber de quem ele é filho ganha um doce, não é a cara da mãe?), Pedro Mibielli- violino, eu, Marcelo Costa - baterista (aniversariante do dia), meu amigo Jim, Marcus Ribeiro-Cello e uma menina amiga do celista que não sei o nome.
Dançamos muito, depois fomos rumo a South Beach para o Hotel Sagamore para bebericarmos algo na beira da piscina. Um Luxo!
Voltei no dia seguinte com direito a voar primeira classe! Nem quando trabalhava na Varig tive esse previlégio!!!!
Deus é Pai!
Nunca fomos tão felizes seria também um bom título para esse post!
Fui a lojinha brasileira com um grande amigo que me pegou no aeroporto e revivemos bons momentos, ouvimos música juntos do passado.Me senti tão querida!
Um beijo grande àqueles que me fizeram feliz por um fim de semana inteiro!
Da esquerda para direita de novo:
Dan o terceiro mosqueteiro e irmão do Jim (cara legal esse viu), Fernando - muito doido de Curitiba, euzinha, uma menina de Sampa (êpa esqueci o nome) e Marc da África do Sul. Todos prestigiaram o show da Marisa e fomos para o "after-show party".
Mais fotos do show e da festa no fotoblog assim que o Jim me mandar!
Mais pensamentos sobre esse fim de semana em um outro post, ainda estou em estado de graça!
"Um Cantinho um violão....Esse amor uma canção".....
Pois é povo, tenho novidades...Comecei minhas aulas de violão !!!! Ihuuuuu!!!!
Na escola de nome acima...Um lugar maravilhoso com gente de tudo que é tipo...Uma festa...Estou treinando minha música aqui no quarto, isso mesmo, já estou tocando uma música.
A aula é toda terça. Uma hora e meia de duração e depois todos no auditório tocando junto...Depois barzinho para comemorar. Me sinto em casa....Tem coisa melhor?
Beijos...
"I Tought I heard the captain say: pay me my money down!"
Ainda falando sobre livros quero contar sobre um sistema interessante que acontece aqui nos Estado Unidos e já tem ramificações por vários países, possuindo até um grupo pequeno de participantes em São Paulo. O "Book Crossing".
Pois então, estava eu em um café aqui de Hyde Park quando vejo em cima da mesa um livro com um adesivo que dizia: "free book, take it" (livro de graça, pegue-o). Folheei o tal, e dentro dele havia uma numeração que dizia que o mesmo fazia parte desse clube chamado book crossing. Fui para casa abri o site e me informei mais sobre esse club do livro interessante que já havia lido sobre ele umas semanas antes no jornal.
O sistema parece louco mas pelo jeito funciona, você lê um livro que gosta muito registra ele no site do book crossing e depois deixa em algum lugar público para alguém pegar ler e fazer o mesmo. O interessante, por mais que você esteja pegando algo de graça, quer você leia ou não, você sente a obrigação de devolvê-lo.
Me faz lembrar aquelas messagens na garrafa que alguém lança ao mar e depois é encontrada por outra pessoa em mares distantes. Será que isso ainda existe? Não sei, mas essa do livro tem acontecido. Veja o que eles falam no site sobre o sistema:
"You've come to a friendly place, and we welcome you to our book-lovers' community. Our members love books enough to let them go — into the wild — to be found by others. Sharing your used books has never been more exciting, more serendipitous, than with BookCrossing. Our goal, simply, is to make the whole world a library. BookCrossing is a free online book club of infinite proportion, the first and only of its kind. Inside, you'll find millions of book reviews and hundreds of thousands of passionate readers just like you"
Eu recebo sempre e-mails deles anunciando reuniões com pessoas que pertencem a rede do bookcrossing aqui na cidade para se encontrar, trazer um livro para trocar e discutir idéias. Ainda não fui mas estou pensando de ir na próxima vez. Legal isso; né?
Beijos.
I'll send an S.O.S. to the world I'll send an S.O.S. to the world I hope that someone gets my I hope that someone gets my